Caminho facilitado

22/05/2009

libertaCom o Boca fora da disputa da Libertadores 09, chances de título brasileiro sofrem um acréscimo signficativo.

Boca Juniors 0 x 1 Defensor

A zebra andava em falta na Libertadores 09.

Voltando de contusão, Riquelme jogou mal e não evitou a eliminação dos xeneizes

Voltando de contusão, Riquelme jogou mal e não evitou a eliminação dos xeneizes

E ela resolveu aparecer nesta quinta-feira.

O temido hexacampeão Boca Juniors foi eliminado nas oitavas-de-final pelo Defensor, do Uruguai, em plena La Bombonera.

O autor do único gol — marcado aos 27 minutos do primeiro tempo — foi Diego de Souza.

Moral da história: com o papa-títulos internacionais fora da disputa, os clubes brasileiros — que compõem metade dos times restantes — têm a vida facilitada e grandes chances de emplacar o campeão.

Aos xeneizes resta somente a tentativa de recuperação no Clausura do Campeonato Argentino, torneio no qual ocupam a 16ª posição.

Mas engana-se quem pensa que o Defensor deu sorte na “Caixa de Bombons”.

Os uruguaios fizeram partida exemplar no aspecto tático e contaram com atuação iluminada do bom goleiro Martín Silva.

Quem também merece crédito é o trio ofensivo formado pelos insinuantes e habilidosos meio-campistas Julio Marchant — argentino revelado no Boca — e Diego de Souza — uruguaio com nome e pinta de brasileiro –, além do “tanque” Roberto Mora, centroavante trombador e dono de um bom chute.

Com a surpreendente desclassificação do Boca Juniors, as quartas-de-final foram definitivamente definidas. Confira abaixo o caminho até a final:

Quartas-de-final

Chave I: Grêmio x Caracas
Chave L: São Paulo x Cruzeiro
Chave J: Estudiantes x Defensor
Chave K: Nacional x Palmeiras


Semifinais

Chave M: Vencedor I x Vencedor L
Chave N: Vencedor J x Vencedor K


Final

Chave O: Vencedor M x Vencedor N
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Novidades

21/05/2009

338px-cbf_logosvgCinco “brasileiros” são convocados e, junto com outras surpresas “europeias”, atualizam — para melhor — a lista do técnico Dunga para as Eliminatórias e Copa das Confederações.

A convocação realizada nesta quinta-feira por Dunga, treinador da Seleção Brasileira, para os jogos contra Uruguai — no Centenário, dia 6 de junho — e Paraguai — no Arruda, em 10 de junho –, válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mudo de 2010, revelou algo que há tempos vinha faltando ao comandante da Amarelinha: coerência com o atual momento dos jogadores.

O maior exemplo disso é a não convocação do — há tempos — ex-jogador em atividade Ronaldinho.

Ronaldo ainda não tem condições de voltar e o voador Nilmar finalmente foi justiçado.

Ramires — que já esta com um pé e quatro dedos no Benfica, por € 7,5 milhões — é outro que merecia essa chance há tempos.

Victor e André Santos — este se tirar a máscara que cobre seu rosto desde a final do Campeonato Paulista — são experiências mais do que válidas.

Kléber — gradualmente retomando seu grande futebol — não é novidade e deve ser titular.

Destaque também para a volta de alguns nomes que já vinham se desacostumando com a Granja Comary.

O inconstante Gomes aproveitou a contusão do ainda mais inconstante Doni e Alex — titular de Ricardo Carvalho e muito bem no Chelsea — “roubou” a vaga que muitos creditavam a Miranda.

Os pontos negativos ficam por conta da manutenção dos obscuros e — pasmen! — titulares Gilberto Silva e Felipe Melo, além do fato de que os “brasileiros” serão desfalques importantíssimos para Internacional, Corinthians, Cruzeiro e Grêmio nas retas finais da Copa do Brasil e da Libertadores.

Os dois times gaúchos já pediram a liberação de seus jogadores pelo menos da Copa das Confederações.

É esperar para ver se a “organizadíssima” CBF, responsável tanto pela convocação quanto pelo calendário — neste caso também com culpa para a Conmebol — acatará o pedido.

Abaixo, a lista completa:

Goleiros:
Júlio César (Internazionale)
Gomes (Tottenham)
Victor (Grêmio)

Laterais:
Maicon (Internazionale)
Daniel Alves (Barcelona)
Kléber (Internacional)
André Santos (Corinthians)

Zagueiros:
Lúcio (Bayern)
Juan (Roma)
Alex (Chelsea)
Luisão (Benfica)

Meio-campistas:
Gilberto Silva (Panathinaikos)
Josué (Wolfsburg)
Felipe Melo (Fiorentina)
Ramires (Cruzeiro)
Anderson (Manchester United)
Elano (Manchester City)
Júlio Baptista (Roma)
Kaká (Milan)

Atacantes:
Robinho (Manchester City)
Luís Fabiano (Sevilla)
Alexandre Pato (Milan)
Nilmar (Internacional)


Justificativa

16/05/2009

Aos — ainda poucos — leitores deste blog, um aviso: a escassez de posts se deve ao início do meu estágio na Rádio Bandeirantes.

Tentarei manter o Na Forquilha atualizado na medida do possível.

Conto com a confiança de vocês para este não virar só mais um blog perdido na net.

Beijos e abraços!


Ilha santificada

13/05/2009

libertaMarcos tem atuação iluminada, defende três pênaltis, apaga o fogo do caldeirão da Ilha do Retiro e classifica o Palmeiras para as quartas-de-final da Libertadores 09.

Sport 1 (1) x (3) 0 Palmeiras

Para quem não assistiu ou não se lembra das atuações de Marcos na final da Libertadores de 1999 ou na semifinal de 2000, o jogo desta terça-feira diante do Sport pelas oitavas-de-final da edição de 2009 da mesma competição continental preencheu muito bem essa lacuna.

Mais uma noite heroica para o camisa 12 na Libertadores

Mais uma noite heroica para o camisa 12 na Libertadores

Se há dez anos o apelido “São Marcos” foi criado, esta noite ele foi definitivamente abençoado.

Com pelo menos quatro defesas dificílimas — sendo duas delas verdadeiros milagres, em cabeçada e finalização à queima roupa de Paulo Baier –, um dos maiores ídolos da história do Palmeiras — se não o maior — justificou essa alcunha e foi fundamental para a classificação de sua equipe, que atuou demasiadamente na defesa.

Armado no 3-2-4-1 que venceu o Colo-Colo na “Batalha de Santiago” da primeira fase, o Palmeiras, com os mesmos jogadores, mas ao contrário do que aconteceu no Chile, foi acuado durante todos os 90 minutos por um inflamado Sport — que teve seu habitual 3-4-1-2 modificado para um 4-2-2-2, com Igor na lateral-direita, Luciano Henrique no meio-campo e Ciro no ataque.

Nelsinho Baptista finalmente ousou e conseguiu surpreender Vanderlei Luxemburgo. Responsáveis pela criação do time da casa, Luciano Henrique e Paulo Baier descentralizaram Pierre e Souza, matando qualquer possibilidade de contra-ataque. A bola não era roubada no meio-campo — especialidade de Pierre — e o Palmeiras não tinha como ameaçar o gol de Magrão.

Do outro lado, Wilson e Ciro se movimentavam muito, confundiam a marcação do trio de zaga alviverde e criavam chances para quem vinha de trás — a grande maioria delas desperdiçada por Paulo Baier, que, exatamente por isso, deu lugar a Fumagalli no intervalo.

Dutra descia sempre com perigo pela esquerda e o Sport  tomou conta do primeiro tempo.

A segunda etapa começou do mesmo jeito, mas as chances de gol para o tetracampeão pernambucano eram bem mais raras. Justo no momento em que o Sport parecia cansado e não existia mais nehum tipo de organização tática de nenhum dos dois times — era ataque rubro-negro contra defesa alviverde — surgiu o gol do jogo. Aos 37, Luciano Henrique — em sua única jogada individual — driblou Wendel, ultrapassou Mozart, invadiu a área e bateu cruzado. A bola passou por Marcos e Wilson, debaixo do gol, só teve o trabalho de empurrar para as redes.

Aos 48 e com um jogador a menos — Wendel foi expulso aos 45 após entrada por trás em Luciano Henrique –, o Palmeiras sofreu dois grandes sustos. Primeiro, Ciro limpou a marcação de Maurício Ramos e, da risca da grande área, chutou forte. A bola explodiu na trave depois de leve desvio de Marcos. Na cobrança de escanteio, Durval subiu no terceiro andar e testou firme para o chão. A bola pingou e passou muito perto do travessão.

Fim de jogo e decisão nos pênaltis.

Mozart abriu os trabalhos e cobrou muito mal: chute cruzado e fraco para fácil defesa de Magrão.

Mais uma vez chamando a responsabilidade, Marcos defendeu a cobrança de Luciano Henrique.

Marcão e Igor — cada um para um lado — conferiram e empataram o placar em 1 a 1.

A partir daí, só gols palmeirenses e defesas do goleiro capitão. Danilo e Armero marcaram, enquanto Fumagalli e Dutra sucumbiram diante de “São Marcos”.

Final: 3 a 1, classificação do Palmeiras e mais um capítulo heroico na história de um dos maiores goleiros da história do Brasil.

O Palmeiras encara o Nacional de Montevideo nas quartas-de-final. O primeiro jogo, no Palestra Itália, acontece daqui a duas semanas.

Escalações:
Sport:
1 Magrão; 3 Igor, 2 César Lucena, 4 Durval e 6 Dutra; 25 Daniel Paulista (8 Sandro Goiano / 22′ do 1º) e 14 Andrade (22 Moacir / 14′ do 2º); 19 Luciano Henrique e 10 Paulo Baier (7 Fumagalli / intervalo); 17 Wilson e 11 Ciro.
Palmeiras : 12 Marcos; 15 Maurício Ramos, 23 Danilo e 13 Marcão; 5 Pierre e 21 Souza (2 Mozart / 31′ do 2º); 17 Wendel (expulso / 45’do 2º), 10 Cleiton Xavier, 7 Diego Souza (8 Willians / 20′ do 2º) e 6 Armero; 9 Keirrison (20 Ortigoza / 20′ do 2º).

Gol: Wilson (37′ do 2º)


Segunda chance

12/05/2009

internacional502Bolaños está quase confirmado como reforço do Internacional. No atual melhor time do Brasil, equatoriano tem a oportunidade de ouro para brilhar fora de casa.

Luis Bolaños foi campeão da Libertadores pela surpreendente LDU em 2008. Um dos melhores jogadores — senão o melhor — daquela equipe, foi comprado no começo da temporada pelo Grupo Sonda por R$ 6 milhões e repassado ao Santos, chegando à Vila Belmiro com status de estrela. No entanto, demorou para adquirir a forma física ideal e, nas poucas oportunidades que teve, mostrou muito pouco futebol. Com a ascensão de Neymar e as boas atuações de Madson, foi definitivamente esquecido, não compondo sequer o banco de reservas durante a fase final do Campeonato Paulista.

Ele vai ouvir seu nome gritado no Beira-Rio?

Ele vai ouvir seu nome gritado no Beira-Rio?

Atento à situação e aproveitando o bom relacionamento com o grupo de investidores dono do passe de Bolaños, o Internacional está muito próximo de confirmar a assinatura de um contrato de quatro anos com o ponteiro.

A esperança colorada é de que ele repita as ótimas atuações que teve ano passado pela equipe que o revelou, quando jogava aberto pela esquerda, formando o trio ofensivo com o ponteiro-direito Guerrón e o centroavante Bieler.

O esquema do Inter não permite que Bolaños atue na mesma posição que o consagrou, porém, em um time entrosado e técnico, sua adaptação tende a ser mais fácil. Será boa opção para a reserva de Taison, podendo inclusive substituir D’Alessandro ou um dos volantes de chegada — Magrão e Guiñazu — em circunstâncias especiais.

Habilidade Bolaños tem. Só falta demonstrar capacidade e vontade de vencer em um nível mais elevado — o promissor Campeonato Brasileiro de 2009.


Zebras abatidas

08/05/2009

AZBJ05BCACE8T89CAAWLMDMCAXSQ23FCAWI24B5CA5YWF01CACRZ6VNCAJNDSQXCA38LNWNCANGLZQHCAY3D4KICA0KZA4UCA8NDJCTCA6DL8YUCAF9A212CAJG39VNCA6FMH2UCA09VU2ICADSGK9SCopa do Brasil, competição famosa por consagrar times de pequeno porte, apresenta totalidade de figurões nas quartas-de-final de 2009.

O empate de 1 a 1 entre Fluminense e Goiás no Maracanã definiu a equipe carioca como última classificada para as quartas-de-final e estabeleceu um grupo raro entre candidatos ao título da Copa do Brasil: oito equipes, seis da série A e duas da série B, sendo estas o Vasco e a Ponte Preta, frequentadores históricos da elite do futebol brasileiro.

Portanto, sem chances de consagração para “Brasilienses, Santo Andrés ou Paulistas” desta vez.

Os confrontos da antepenúltima fase da competição eliminatória nacional tiveram os mandos de campo sorteados nesta quinta-feira. Os jogos de ida acontecem nos próximos dias 12 e 13, enquanto os de volta serão em 19 e 20 de maio.

Abaixo, lembrando que o mando de campo é sorteado antes do início de cada fase, a tabela até a final:

Quartas-de-final

Chave I: Ponte Preta x Coritiba (Ida: Moisés Lucarelli / Volta: Couto Pereira)
Chave L: Flamengo x Internacional (Ida: Maracanã / Volta: Beira-Rio)
Chave J: Vasco x Vitória (Ida: São Januário / Volta: Barradão)
Chave K: Corinthians x Fluminense (Ida: Pacaembu / Volta: Maracanã)


Semifinais

Chave M: Vencedor I x Vencedor L
Chave N: Vencedor J x Vencedor K


Final

Chave O: Vencedor M x Vencedor N

Histórico

07/05/2009

cl31Jogaço em Stamford Bridge acaba com golaço antológico de Iniesta aos 48 minutos do segundo tempo.

Chelsea 1 x 1 Barcelona

A ofensividade crônica de uma equipe que pratica o futebol arte a todo o tempo venceu — com muito suor e dramaticidade — um sistema defensivo invejável e — desculpem-me os românticos — exemplar. Enfim, o duelo de antagonistas em Stamford Bridge foi uma batalha para entrar para a história e servir de parâmetro para o que se denomina “jogaço”.

Trajetória para a glória: bola no ângulo e Iniesta na história.

Trajetória para a glória: bola no ângulo e Iniesta na história.

A partida válida pela segunda perna das semifinais da Champions League 08/09 começou equilibrada. O Barcelona — com os desfalques de Puyol (suspenso), Márquez e Henry (machucados) e armado no seu tradicional 4-1-2-3, com Yaya Touré improvisado na zaga central e Iniesta no ataque — trocava passes e procurava brechas na muralha azul, enquanto o Chelsea — de volta ao 4-3-2-1, com Anelka na vaga de Mikel em relação ao jogo de ida –, diferentemente do que aconteceu no Camp Nou, buscava o ataque quando tinha a posse de bola.

Até que, aos nove minutos, Lampard tentou o levantamento para a área, a bola desviou em Touré e sobrou para Essien, que, em um lindo voleio, emendou de esquerda no ângulo direito de Valdés. Golaço, 1 a 0 e vantagem para os Blues.

Naturalmente, a abertura do placar fez com que a posse de bola do Barça aumentasse, o que também elevou o número de contra-ataques do Chelsea.

Em um deles, Malouda desceu pela ponta esquerda e foi derrubado por Daniel Alves na risca da área. O árbitro norueguês Tom Henning marcou falta, mas o Chelsea pediu pênalti — a primeira de seis reclamações de penalidade máxima por parte do time inglês. Na cobrança, Drogba bateu forte, a bola desviou em Busquets e Valdés salvou no reflexo.

A parte final do primeiro tempo apresentou um predomínio da marcação azul sobre a ineficaz troca de passes do Barcelona. Xavi e Iniesta paravam em Essien, enquanto Messi driblava um, mas tinha pelo menos mais dois no seu cangote.

O melhor estava reservado para a segunda etapa.

Na marca de sete minutos, o lance que poderia ter matado o jogo: Anelka recebeu na área e rolou para Drogba. O camisa 11 — completamente livre — limpou a marcação de Piqué — que caiu sentado — e chutou de esquerda. Valdés fechou o ângulo e praticou defesa milagrosa.

O jogo esquentou ainda mais. Messi, aos 20, recebeu pela direita, cortou para o meio e chutou por cima. Um minuto depois, Anelka e Abidal disputaram corrida para alcançar o lançamento longo que veio da defesa. O camisa 39 do Chelsea tropeçou na entrada da área e Tim Henning não teve dúvidas: marcou a falta e expulsou Abidal.

Mesmo com um a mais, Guus Hiddink resolveu reforçar seu quase impenetrável sistema defensivo e substituiu Drogba por Belletti, liberando Lampard para puxar os contra-golpes. 

Com a proximidade do fim da partida, a pressão azul-grená aumentou. Iniesta e Xavi chamavam a responsabilidade e tentavam criar, mas o Chelsea administrava o jogo e não deixava a bola chegar à área de Petr Cech.

Aos 37, a reclamação mais plausível do time da casa: Piqué interceptou com o braço direito estendido uma tentativa de drible por parte de Anelka.

A cinco minutos do fim do tempo regulamentar, Josep Guardiola partiu para o “tudo ou nada” e trocou o volante Busquets pelo atacante Bojan.

A partir daí, era ataque contra defesa.

O zagueiro Piqué se transformou em centroavante e a pressão do Barcelona crescia a cada minuto.

Até que, aos 48, Messi rolou para a meia-lua da área e Iniesta acertou um chute de trivela no ângulo esquerdo de Cech, enlouquecendo a torcida visitante presente em Stamford Bridge e o banco de reservas, que correu em direção ao descamizado herói da classificação para abraçá-lo.

A probabilidade de enfartes na região da Catalunha aumentou substancialmente nos momentos finais dos 5 minutos de acréscimo dados pelo confuso árbitro norueguês.

Ainda deu tempo para Ballack pegar a sobra de um escanteio — que contou até com Cech na grande área — e chutar no corpo de Eto’o. Desta vez o pedido por pênalti foi deseperado e rendeu cartão amarelo para o alemão.

Fim de jogo em Londres e um capítulo memorável escrito na história da Champions League.

A expectativa é de um jogo ainda melhor na decisão do dia 27, em Roma.

O Manchester estará desfalcado de Fletcher — levou o vermelho contra o Arsenal — e o Barcelona — além do expulso Abidal — não poderá contar com Daniel Alves, que levou o terceiro amarelo aos 30 minutos do primeiro tempo, após falta em Ashley Cole.

Escalações:
Chelsea:
1 Cech; 17 Bosingwa, 33 Alex, 26 Terry e 3 Ashley Cole; 5 Essien, 13 Ballack e 8 Lampard; 39 Anelka e 15 Malouda; 11 Drogba (35 Belletti / 27′ do 2º).
Barcelona: 1 Valdés; 20 Daniel Alves, 24 Touré, 3 Piqué e 22 Abidal (expulso / 21′ do 2º); 28 Busquets (11 Bojan / 40′ do 2º); 6 Xavi e 15 Keita; 10 Messi, 8 Iniesta (7 Gudjohnsen / 50′ do 2º) e 9 Eto’o (16 Sylvinho / 51′ do 2º).